Em Mali, noroeste da África, vivem os Dogons, uma tribo com cerca de 300 mil pessoas, espalhadas por volta de 700 aldeias, cuja origem é incerta, havendo teorias de que migraram da Líbia para Mali, ou talvez sejam descendentes dos egípcios.
Até aí seriam uma das milhares de tribos do continente africano, entretanto na década de 1930 antropólogos franceses ao pesquisarem a cultura Dogon, depararam com um grande mistério:
A mitologia da tribo remonta há 3.200 a.C, eles já sabiam que a Terra girava em torno do Sol, que Júpiter tinha Luas e que Saturno era cercado por anéis, e tudo da vida Dogon baseava-se em Sírius, que é a estrela mais brilhante vista aqui da Terra, a cerca de 8,6 anos luz.
O calendário Dogon é um ciclo de 50 anos, período que Po Tolo ou Sirius B, na nomenclatura atual, leva para fazer a translação em Sirius.
Sabiam que Sirius B era menor que a Terra, porém muito mais pesada, nas lendas da tribo, Sirius B era tão pequena e tão pesada que todos os seres humanos juntos não conseguiriam carrega-la.
O mistério é que a estrela Sirius B não é visível ao olho nu, tendo sido descoberto em 1920, e somente confirmada e fotografada em 1970, e usando o telescópio hubble, confirmaram que se tratava de uma estrela anã branca, extremamente densa, muito menor que a Terra, porém oito vezes mais pesada que nosso Sol, e também estabeleceu que o seu
período orbital de Sirius B é de 50,4 anos.
A grande pergunta é: como os Dogons tinham tais conhecimentos, de quem ou com quem eles o adquiriram?
Para os Dogons seu Deus criador era Nommo, que significa “associado à água... bebendo o essencial”, veio de Sirius, há
cinco ou seis mil anos, o mesmo local em que os antigos egípcios acreditavam que Osíris também viera, a grande pirâmide também esta alinhada a Sirius.
Nommo - reparem que possui um crânio alongado (clique para ir pro artigo)
Nommo ou os Nommos, eram metade peixe , metade homens, segundo a lenda, os anfíbios Nommos viviam na
água e os Dogons referem-se a eles como “senhores da água”, seriam eles reptilianos anunnakis?
Segundo os Dogons esses seres teriam trazido conhecimento e ensinado a sociedade a se desenvolver. Deram também informações sobre planetas
diferentes, como Júpiter e Saturno, por exemplo, fatos que só foram descobertos pelos ocidentais depois que Galileu inventou o telescópio.
Em 1977, o antropólogo francês Robert K.G. Temple, escreveu o livro The Sirius Mystery, fez conexões com outros povos que citam seres anfíbios ou répteis, como os babilônicos, que chamavam de Oannes, os acádios chamavam de Ea, e os sumérios Enki, e ao final concluiu que realmente civilizações do Oriente Médio tiveram contatos com seres extraterrestres a cerca de 5 mil anos, coincidentemente quando as primeiras civilizações surgiram.
Segundo os críticos, os Dogons tiveram contato com europeus no início do século XX, e estes passaram tais conhecimentos astrológicos, incrementando as lendas Dogons sobre Sirius com novíssimas informações. Só não conseguiram explicar os tabletes de argila Dogon de 400 anos com inscrições sobre Sirius B, girando em elipse sobre Sirius, nem a forma elíptica de sua órbita e todo conhecimento sobre Sirius B, que só recentemente foram descobertos.
Muitos mistérios cercam nossa existência, mesmo com o avanço da tecnologia, muitas questões ainda intrigam a humanidade, quem somos, da onde viemos e pra onde vamos?
Se nos abstermos de conceitos religiosos, como a teoria criacionista, deparamos com um abismo do desconhecido, e que quanto mais conhecimento vamos adquirindo, mais perguntas vão surgindo. Como aduz Marcelo Gleiser " prefiro viver com a dúvida a ser engano a vida toda por uma ilusão".
O ser humano, Homo Sapiens, como nós, vive no planeta há cerca de 200.000 anos, sendo que em civilizações somente nos últimos 10.000, e nunca foi encontrado o Elo Perdido entre o primata ancestral e nós, pra complicar mais ainda Homo sapiens e homens-de-neandertal, coexistiram em locais como no sul da Península Ibérica ou na Dalmácia, sendo que os Neandertais foram extintos há 30.000, ou seja, não evoluímos deles, e retornamos a dúvida, então de onde evoluímos?
Pela teoria dos antigos astronautas, os sumérios teriam a resposta, a manipulação genética feita por seres extra terrestres, os anunnaki criaram os seres humanos modernos. Pois durante 200.000 anos eramos moradores de cavernas, e nos últimos 7.000 anos estavamos construindo piramides, mapeando as estrelas, solstícios, Eras, locais misteriosos espalhados pelo mundo todo, num salto de inteligência, como seria possível?
placa suméria de 6.000 anos
Nessa introdução supra citada, alguns fatos não se encaixam com Linha Evolutiva Oficial, sendo considerados como teoria da "Arqueologia proibida", pois são achados que fogem a datação oficial, remontado a época que supostamente não tinha nenhum Ser Humano, ou é algo muito avançado para a civilização da época e também inexplicavel. No livro chamado “Arqueologia Proibida”, seus autores afirmam que todas as teorias estão erradas, mostram diversos achados inexplicáveis de milhões de anos, onde a ciência não se importa e ainda ridiculariza essas descobertas, afirmam, que todas as descobertas misteriosas ou inexplicáveis são novamente “encobertas” para não questionar essas já aceitas pela comunidade científica.
Mapa de Piris Reis
Inexplicável mapa feito em 1513, com locais ainda desconhecidos a época
Diversos artefatos arqueológicos encontrados são tão antigos que ameaçam derrubar completamente o que supomos saber de nossa própria história. Como em 1979, investigadores de Laetoli, Tanzânia, num campo da África Oriental descobriram pegadas em depósitos de cinza vulcânica com idade superior a 3,6 milhões de anos.
O mecanismo de Anticítera
Descoberto nas águas do Mediterrâneo em 1900 por mergulhadores, o mecanismo tem 2.000 anos e intriga os cientistas. Utilizando técnicas de tomografia computadorizada visualizaram em detalhes o complexo sistema de engrenagens que forma o dispositivo e decifrar boa parte das inscrições gravadas nas peças. Constituído por, no mínimo, trinta engrenagens de bronze feitas a mão e organizadas de maneira a representar mecanicamente a órbita da Lua e de outros planetas do sistema solar. Em poucas horas, os astrônomos da época podiam prever a ocorrência de eclipses com anos de antecedência e representar a posição do Sol, da Lua e de planetas no céu. "A complexidade do aparelho supera a dos relógios, que só iriam aparecer nas catedrais medievais 1 000 anos mais tarde.
Martelo de Kingoodie
David Brewster foi um grande cientista e inventor, reconhecido por ganhar diversas medalhas por sua contribuição à ciência inglesa da época. No ano de 1844, Brewster estava numa pesquisa na na região de Kingoodie, Escócia, local esse muito conhecido por paleontólogos por existir diversos vestígios fósseis. Em análises mostraram que esse objecto datava do período Devoniano, entre 360 a 410 milhões de anos atrás, período esse, anterior até aos próprios dinossauros, a Terra era habitada por pequenos vertebrados marinhos e sua flora ainda era muito primitiva. Sendo que essa datação é contestada pois o teste de Carbono 14, tem uma limitação de até 60 mil anos
Os Discos Dropa
Nas montanhas de Bayan Kara Ula, entre as fronteiras de China e Tibet, existem cavernas com paredes quadradas e cristalizadas, como se o corte na montanha tivesse sido realizado com uma fonte de calor extremo. Dentro das grutas foram encontradas sepulturas com insólitos esqueletos, que eram pequenos, delgados e com crânios muito desenvolvidos.
Semi-enterrado, havia um disco de pedra, obviamente feito pelas mãos de uma criatura inteligente. O disco teria 22,7 cm de diâmetro e dois centímetros de grossura, também havia um buraco no centro, perfeitamente circular, de dois centímetros de diâmetro. Este disco é datado entre 10.000 e 12.000 anos de antiguidade - muito mais antigo que as datações das grandes pirâmides do Egipto. Entretanto não foi o único, no total haviam sido encontrados 716 discos e cada um com características diferentes.
Os discos contam a história de uma nave espacial procedente de um planeta longínquo que teve de realizar um pouso forçado nas montanhas de Baian Kara Ula. Seus tripulantes procuraram refúgio nas grutas das montanhas e, apesar de suas intenções pacíficas, os "Dropa" não foram compreendidos pelos membros da tribo Ham - estes ocupavam as cavernas vizinhas - e, pensando que eram inimigos que queriam apoderar-se de seu território, perseguiram e mataram alguns deles.
O artefato de Coso - uma vela de ignição de 500 mil anos
Durante a caça de minerais perto de Olancha, nas montanhas da Califórnia, durante o inverno de 1961, Lane Wallace, Virginia Maxey e Mike Mikesell encontraram uma pedra, entre muitas outras. Ao cortá-la, no entanto, Mikesell encontrou um objeto dentro de uma peça que parecia ser feito de porcelana branca, no centro de uma haste de metal brilhante.
Especialistas estimaram que tal objeto deveria ter cerca de 500.000 anos para estar tão incrustado com nódulos, e que era possivelmente de fabrico humano, mas sofisticada. Outras investigações revelaram que a porcelana foi cercada por um invólucro hexagonal, e um raio-X revelou uma pequena mola. Alguns que examinaram as provas disseram que se parece muito com uma vela de ignição moderna. Como ela foi parar dentro de uma pedra de 500.000 anos de idade?
fonte:http://arqueologiaproibida.blogspot.com.br
Esferas de Klerksdorp
Pelo menos 200 dessas esferas foram extraídas das profundezas rochosas da mina de prata de Wonderstone, na África do Sul. Até aí nada demais, não fosse por algumas características dessas esferas. São feitas de uma mistura de níquel/aço, não encontrada na natureza. Algumas são tão resistentes que sequer foram arranhadas por brocas de aço;- Outras, quando abertas, revelam um material esponjoso que se transforma em poeira em contato com o ar;- O equilíbrio do peso delas é extremamente bem calculado.
A maioria das esferas possui uma absurda semelhança com a misteriosa lua de Saturno, Iapetus, cujo estranho desenho só foi conhecido em detalhes agora, em janeiro de 2005. Outra possui 3 riscos perfeitamente paralelos ao redor da esfera. Agora, o que deixa qualquer um perplexo é a idade estimada dessas esferas é de 2.8 a 3 bilhões de anos, quando a forma de vida mais complexa na Terra, nesta época, eram as algas marinhas.
A pegada de Meister
Em 3 de junho de 1968, William Meister e Francis Shape descobriram pegadas calçadas em Antelope Springs, próximo a Delta, no estado de Utah, (EUA). Elas mediam 32,5 x 11,25 cm. O interessante destas pegadas é que elas esmagaram um trilobite, no momento em que foram impressas, sendo que o trilobite está extinto a 240 milhões de anos. A sandália que esmagou o trilobite 'vivo' era 10 1/2 polegadas de comprimento e 3 1/2 polegadas de largura; o salto do sapato estava emendado ligeiramente mais acima da sola, exatamente como seria uma impressão de um sapato atual.
A realidade é que quem analisa a história buscando uma verdade absoluta, vai se decepcionar, pois como o passado é inalcançável, nunca iremos saber o que realmente aconteceu, e por mais que avancem as tecnologias, os mistérios permanecerão, quem somos? Da onde viemos? E pra onde vamos? O que dá margens a inúmeras teorias, umas notoriamente absurdas outras plausíveis de verossimilidade, enquanto temos dúvidas estamos no caminho certo, pois quem tem certeza de tudo está com a mente fechada ao novo.
hieróglifos a cerca de 10 metros de altura, bem acima da entrada do templo de Seti I (c. 1306 a 1290 a.C.) em Abido
O Homem no auge da sua egocentricidade, supos que a Terra era o centro do universo, ai descobriu que não, bom então como somos especiais, somos o maior planeta do sistema solar, também não, um dos menores, bom então nosso Sol está no centro do universo, também não, é uma estrela entre 100.000.000 só em nossa galáxia, que é uma galáxia entre 200.000.000, como demostrou Cortella, somos insignificantes, meros grãos de areia num deserto cósmico sem fim. Quanto mais sabemos sobre nossa origem e nosso mundo, mais perguntas temos, quanto mais avançamos sobre o cosmo, más reconhecemos nossa pequenez.
Quando pensamos em construções extremamente misteriosas, logo vem a mente as Pirâmides no Egito, por serem as mais famosas, e aparecerem em muitos filmes....
Más as ruínas de Puma Punku, também chamada “Pumapunku” ou “Puma Puncu”, é um sítio arqueológico mais misterioso do mundo , que intriga a muitos por não terem nenhuma explicação plausível, é composto de um grande complexo de templos e monumentos localizado em Tiwanaku, na Bolívia. O nome Puma Punku é originário da língua Aymara e significa "A Porta da Puma".
O Portal tem mais de 3 metros de altura, pesando 10 Toneladas, esculpido em um único bloco
Visão de trás do Portal
O local confunde os especialistas, pois é muito antigo, cerca de 14.000 anos, o que o tornaria a cidade como a mais antiga do mundo, fato que, por si só, já a colocaria entre os demais locais misteriosos do planeta.
Acontece que em Puma Punku as esculturas revelam padrões que também são encontrados ao redor do mundo, A primeira vista não impressiona, parece apenas um monte de ruínas de uma velha pirâmide e um grande número de blocos megalíticos de pedra no chão, aparentemente derrubados por um terremoto devastador.
Vamos aos detalhes:
O local tem blocos que pesam toneladas, alguns com cerca de 800 toneladas, atualmente o maior guindaste levanta somente 150 toneladas, que é o peso do ônibus espacial da NASA.
Foram esculpidos em Granito e Diorito, que são pedras duríssimas, sendo que a única pedra mais dura que o Diorito é o Diamante, ou seja, só com brocas diamantadas para se fazer os desenhos.
Teriam sido feitos com tornos?
Broca moderna de diamante, usada atualmente
Reparem na complexividade dos contornos
As ruínas estão ha quase 4.000 metros de altitude, não há florestas, para se usar a madeira, e também não há pedreiras na altitude, a mais próxima está a 16 km de distância, ou seja, foram levadas até lá, só que eles não tinham roldanas, roda e animais de carga, como subiram as pedras?
A precisão é tal que os mega blocos encaixam-se como peças de lego, são simétricos, e muitos com furos milimétricos e equidistantes.
Filete preciso de 6 mm de largura com furos equidistantes
Os blocos encaixam-se perfeitamente, semelhantes aos pré-fabricados atualmente
Como uma sociedade primitiva, que pela história tradicional estaria saindo das cavernas, faria algo tão grandioso e preciso sem o conhecimento da escrita, sem fazer cálculos, sem planejamento? Porque os supostos construtores os Aymaras não sabiam o que era a escrita.
A grande pergunta fica, quem realmente construiu os templos e muros? Para que foram construídos em Puma Punku? Receberam ajuda de seres com alta tecnologia para realizar tal feito?
Muitas dúvidas cercam esse local, e quanto mais sabemos sobre o mundo que está a nossa frente, mais dúvidas aparecem, ou seja, quem tem certeza sobre tudo, está com a mente fechada para o novo, por isso não tem dúvidas, está limitado, agora quem tem dúvidas, questionamentos, a mente está aberta para novos conhecimentos e por consequência novas interrogações aparecerão. Pois o mundo está cheio de mistérios, que talvez um dia descobriremos...