"UMA MENTE EXPANDIDA PELO CONHECIMENTO JAMAIS RETORNA AO SEU TAMANHO ORIGINAL"

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sábado, 10 de março de 2012

AIDS FOI FEITA EM LABORATÓRIO

Apresento uma teoria da conspiração que a princípio pode chocar, pois contraria o medo que foi inserido nas mentes de todo o planeta.
Falo da criação da AIDS, feita em laboratório pelos estadunidenses da CIA no início da década de 1980, usada como arma química.

Más qual seria o propósito de alguém criar e disseminar uma doença tão mortal quanto essa? Bom vamos ao contexto histórico para uma melhor compreensão:

A década de 1950 foi época de algumas mudanças, de um lado tinha o advento do rock'n'roll, do outro uma forte repressão sexual, numa sociedade ainda muito conservadora.




Elvis foi proibido de dançar assim em muitos estados por dar conotação sexual
"Eu imitava Little Richard e me contorcia. As pessoas se afastavam pensando que eu estava tendo um ataque de epilepsia." Raul Seixas

Começa a década de 60 e inicia-se uma abertura sexual, só que tal qual o arrebentar de uma represa, vem a liberação sexual, com seu cume em 1969 no festival de Woodstok, onde o lema era Sexo, Drogas e Rock’n’roll.



Anos 70, chegam ao máximo da promiscuidade, principalmente entre os jovens, onde muitos transavam e só depois perguntavam o nome de seu parceiro, época de Paz e Amor, que culturalmente reflete nas artes, cinema, e no clima da época, de mais liberal.


Filmes típicos da época, muito sexo e muita putaria
Eis que surgem os anos 80, aparece o primeiro caso de Aids, considerado o paciente zero, coincidentemente nos EUA, e em um reduto homossexual da Califórnia.
Pra quem viveu os anos 80 e 90, lembra que foram tempos onde pregavam o terror, o medo de contrair a doença era algo brutal, tanto que a paranoia chegava ao ponto de achar que Aids poderia ser transmitida pelo ar, por contato de mãos, pelo beijo, ou seja, estavam claramente impondo nas pessoas que não houvesse contato, e com isso foi puxado um “freio de mão” na sexualidade, brecando uma onda liberal e voltando a um certo conservadorismo de outrora.
Vale ressaltar que no início tínhamos dois grupos de risco, os homossexuais e os usuários de drogas injetáveis, e que com o passar dos anos passaram a não existir, pois era veiculado que todos poderiam contrair o vírus, mesmo que não fosse do antigo grupo de risco.

AQUI O VIDEO CULPA OS ILLUMITATIS
Se essa doença fosse tão letal e se espalhasse como era pregada por especialistas, com a corroboração da grande mídia, era certo que praticamente mais da metade da população mundial ter contraído a doença.

Relato aqui o que ouvi em palestra sobre sexualidade, com uma médica, em um auditório com mais de 300 pessoas. Num determinado momento a médica pronunciou que Aids não se transmitiria no contato pênis/vagina, devido ao Ph da vagina ser muito ácido, e o vírus só se propagar via sangue, e somente aconteceria caso houvesse cortes com sangramento em ambos órgãos sexuais. Diferentemente da relação anal, que por não ter a devida lubrificação ocorreriam microfissuras e com isso contato sanguíneo.
membros do grupo de risco que faleceram, ou eram homossexuais ou usuários
Segundo a médica ainda, "todos seus colegas de profissão sabem desse fato, e o omitem por motivos financeiros", pois a indústria de remédios movimenta muito dinheiro pelo mundo, vale lembrar que o principal remédio utilizado por soro positivos, AZT, é das industrias Rockfellers.
Essa palestra veio ao encontro da teoria de que a Aids fora criada em laboratório, pois numa relação convencional só há trocas de fluidos, tal qual o beijo, e também volta a atenção ao antigo grupo de risco, homossexuais, pela relação anal, e usuários de drogas injetáveis, pelas seringas contaminadas.
A teoria da criação em laboratório demonstra que o plano dos estadunidenses acabou dando certo, pois brecou o ímpeto sexual de duas gerações, e também freou o crescimento populacional.

Por outro lado arrasou países subdesenvolvidos, estando os interesses bem ocultos sem sabermos o por quê?


Peter Duesberg, professor de Biologia Molecular da Universidade da Califórnia, a Aids americana é diferente daquela encontrada na África – ele afirma que esta última seria resultado de má nutrição.

A epidemia da Aids é uma guerra biológica produzida por certos Estados, e não uma doença natural”, declarou o presidente da Namíbia, Sam Nujoma, à agência France Press, durante uma convenção em Genebra (Suíça), em janeiro de 2000. “Trata-se de uma doença fabricada pelo homem. A verdade é que a Aids não apareceu na África. Nós simplesmente nos convertemos em suas vítimas”
lembrem-se que os estadunidenses são mestre em forjar eventos
O interessante é que com o passar das décadas surgiram outros vírus, onde foram feitas as mesmas alegações de que seria uma pandemia,vírus letais, levando pânico a muitas pessoas, tais como o Ebola, Gripe Suína, Gripe Aviária, Mal da vaca loca, entre outras, que do mesmo mistério ao qual surgiram, desapareceram.
Atualmente o mundo está novamente envolto numa onda de promiscuidade, pessoas confundindo liberdade com libertinagem, pré-adolescentes 11/12 anos transando, dançando com conotação sexual, ou seja, uma perda precoce da inocência, como forte exemplo temos que antes para adolescente ser virgem era uma qualidade, hoje é um defeito, inversão de valores. E se não tivesse o breque dado pela Aids, como estaria o mundo em termos de liberdade sexual?
Não faço aqui uma apologia ou discurso conservador, entretanto  algo deveria ter sido feito, não da maneira que aconteceu, da mesma maneira que atualmente algo há de mudado, pois novamente a humanidade está perdendo o foco,  beiramos precedentes perigosos.
precedentes perigosos, o errado passa a ser o certo
                                                  



prefiro viver com a dúvida a ser enganado por uma ilusão” Marcelo Gleiser