"UMA MENTE EXPANDIDA PELO CONHECIMENTO JAMAIS RETORNA AO SEU TAMANHO ORIGINAL"

"UMA MENTE EXPANDIDA PELO CONHECIMENTO JAMAIS RETORNA AO SEU TAMANHO ORIGINAL"

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

O OLHO QUE TUDO VÊ

Um dos símbolos mais fortes que existe, é sem dúvida o Olho de Hórus, que remonta há aproximadamente 5.000, e que como explicado em Post anterior, é um amuleto que sintetiza o conhecimento, pois para os egípcios o olho interioriza o exterior, faz o elo entro o mundo que vemos e nossa mente.
Entretanto com o passar dos séculos, esse símbolo foi se transformando, e também sendo usado para outros fins escusos, como por exemplo um símbolo de  "dominação e manipulação".
Presente em algumas sociedades secretas, como a Maçonaria e os Illuminati da Baviera, tornou-se o Olho da Providência ou o Olho que tudo vê.



Seria um lembrete de que GADU (Grande Arquiteto do Universo) observa a todos.
 Matrix, após Neo tomar a Pílula Vermelha
Em 1782 o Olho da Providência foi adotado como parte do simbolismo no verso do Grande selo dos Estados Unidos da América.

Annuit Coeptis: "Ele tem favorecido nossos empreendimentos" 

Novus Ordo Seclorum: "Nova Ordem dos Séculos" 

ou simplesmente NOVA ORDEM MUNDIAL
Segundo a teoria da conspiração, em que membros de sociedades secretas teriam um plano de dominação global, manipulando a população, fomentando guerras, conduzindo as grandes mídias, televisivas, internet e jornais, para que estas manipulem a opinião popular de acordo com seu interesse, e "adestrem" o povo para não pensar.
Más será que realmente estamos sendo manipulados, observados e conduzidos como rebanho?
Vejamos o quão grande são os braços dessas sociedades, e os indícios que corroboram para acreditarmos que certas teorias conspiratórias merecem alguma atenção, pois as evidencias são latentes.









Programa CQC


Abertura das Olimpíadas Londres 2012 - presença maçonica


sexta-feira, 17 de agosto de 2012

CHIP EM SERES HUMANOS, O FIM DA LIBERDADE

Qual a melhor maneira de controlar determinado rebanho? Em tempos de alta tecnologia seria um modo de localiza-los onde estivessem, ou seja, implantar Chips em seus corpos, e com um sistema de posicionamento global saber todos seus passos...e se o rebanho for de seres humanos?
Há uma teoria da conspiração afirmando que os donos das maiores fortunas mundiais, pra uns membros da Iluminati, organizaram-se no início do século XX, fundaram o Banco Mundial, e vem sorrateiramente provocando guerras  que geram enormes lucros, e o plano maior desse grupo seria dominar a população mundial, controlando-a, como exposto no documentário Wake Up Call Saindo da Matrix.
Pra quem está achando muita "paranóia" a história de dominação mundial, o Chip, não vai ser imposto, a princípio, você vai querer, irá desejar tal produto, será sonho de consumo de muitos...

Em 1948, George Orwell, escreveu o livro 1984, onde um Estado ditatorial se estabelecera, e para controlar o povo tudo era monitorado, através de um sistema de câmeras, o Big Brother (daí vem o nome do reality show Holandês).
Todo cidadão era vigiado, e até seus pensamentos eram controlados pelo Estado, não existia mais privacidade, e os que se insurgiam contra o Sistema eram torturados no quarto 101.
Em Matrix, Neo mora no quarto 101
G. Orwell errou por poucas décadas, hoje há câmeras por todos os lados, vivemos o fim da privacidade, o próprio telefone Celular já é um rastreador portátil, suas conversas podem ser interceptadas a qualquer momento, e com a evolução da internet, pelo IP da sua "máquina" te localizam onde você esteja.
As grandes corporações como Google e Facebook, guardam históricos de suas pesquisas, de suas conversas, alegando que é pra aperfeiçoamento dos programas, nada os impediria de um dia vir a usar essas informações contra qualquer um...
Um estágio antes de controle, seria um cartão de identificação, com Chip, possuindo as mesmas características, que aqui pra nós é o RG Federal, seu carro também será o próximo a ser "chipado"...
real id act, criado em 2005 nos EUA
Chegamos no cume, no golpe de misericórdia para o controle absoluto e a perda de inúmeros direitos, o Chip RFID, microchip subcutâneo, que utiliza um sistema de radiofrequência localizável por GPS e ou Scanner.

Atualmente nos EUA muitas pessoas já estão sendo "chipadas", aqui no Brasil ainda, ainda é um "privilégio" de poucos abonados.



A propaganda é a seguinte:

Com o uso do Chip um médico pode ter acesso as informações, histórico do paciente rapidamente;
Substituiria o cartão de crédito, pois ao simples toque no scanner seu microchip já debitaria de sua conta, não precisaria mais carregar dinheiro;
No caso de um sequestro, ou acidente, você seria localizado imediatamente;

Não precisaria mais carregar documentos, pois seu Chip teria toda as suas informações.

Por isso que no início citei que você iria desejar essa tecnologia, que a princípio seria um "status", como foi o cartão de crédito há algumas décadas, sendo um divisor e um sinalizador de classe econômica.
 E se você não o quiser pelo status, te forçarão a querê-lo pela segurança que pode lhe proporcionar.

Para esse último motivo, é necessário causar um estado de insegurança, espalhar o caos, o terror,  pois qualquer um sabe como acabar com a criminalidade, existem "n" fatores para isso, por que será que os governantes não o fazem? 



Talvez pelo mesmo motivo que não há uma educação pública de qualidade, por isso o Estado proporciona uma constante alienação dos jovens, e também constante desvalorização dos professores.


E se esse Chip conter mais do que informações, for mais do que um GPS, e se ao desliga-lo, desliga-se também o seu usuário? Ou o deixa impossibilitado de questionar? Aí adentraremos no quarto 101.

domingo, 29 de julho de 2012

O PROTESTO SILENCIOSO


Até onde você iria pelos seus ideais, muitas mudanças foram feitas ao longo da história por pessoas que questionaram o sistema, quebrando dogmas, com conquistas nos direitos civis, políticos e sociais.
CONTEXTO HISTÓRICO:

Em 1955, Rosa Parks, uma mulher negra, se negou a dar seu lugar em um ônibus para uma mulher branca e foi presa. Isso, na época, era um escândalo, pois permanentemente a população negra era submetida a situações de humilhação, sem que houvesse reação. Em solidariedade a Rosa Parks, os líderes negros de Mongonmery organizaram um grande boicote aos ônibus da cidade. O protesto contra a segregação racial durou 381 dias.

Durante a década de  60, os E.U.A era um país que vivia uma segregação racial, principalmente no sul. Nesse período, os negros não tinham direito nem mesmo ao transporte público, viviam em condições desumanas, sofrendo com a superexploração do trabalho, com a falta de direitos civis, como o voto, e com a violência policial.
Essa década foi marcada por muitos fatos marcantes, como o assassinato de  Malcom X, em 1965, Muhammad Ali perdeu o título de campeão mundial dos pesos pesados por se recusar a lutar no Vietnã, em 1967;

 ai veio o ano de 1968...

No plano político, o mundo fervia. Em abril, começou a Primavera de Praga, uma tentativa do governo da Tchecoslováquia de romper pacificamente suas ligações com a União Soviética. Em maio, estudantes franceses fizeram as Barricadas de Paris, uma manifestação seguida de uma greve descomunal. Ainda em maio, nos Estados Unidos, foi assassinado o líder ativista negro Martin Luther King; em junho, o ministro da justiça Robert Kennedy, irmão do ex-presidente John Kennedy, também seria alvo de um assassinato. Em agosto, tanques da União Soviética invadiriam Praga, esmagando a Primavera.

Em meio a esse caos, surgem os Panteras Negras, grupo revolucionário,  que lutava pelos direitos da população negra. O ponto mais controverso da doutrina do grupo era a defesa da resistência armada contra a opressão dos negros. Fundado em outubro de 1966, o grupo nasceu prometendo patrulhar os guetos (bairros negros) para proteger seus moradores contra a violência policial. O movimento se espalhou pelos Estados Unidos e atingiu seu período de maior popularidade no final da década de 1960, quando chegou a ter 2 mil membros e escritórios nas principais cidades do país.

Aproximavam-se os jogos Olímpicos da cidade do México. Nos EUA muitos atletas negros começaram a questionar o por quê dos negros terem aquele tratamento diferenciado, sendo que em toda Olimpíada mantinham os EUA em primeiro lugar no quadro geral de medalhas, e isso em meio a guerra fria, com disputa árdua com a URSS.
 
Os negros sempre foram superiores nos esportes, segundo o comediante Cris Rock “somos 10% da população, más 90% dos playoffs”. Nos esportes eram celebridades, más a realidade da maioria da população negra era bem diferente.
 
Um boicote começou a ser cogitado, e só defenderiam as cores estadunidenses se acabassem com a segregação racial.
Negros só podiam ocupar o fundo, mesmo se na frente houvesse lugar

O primeiro a opor-se a um eventual boicote foi George Foremam, disse que lutaria de qualquer jeito, e liderou o bloco anti-boicote, em meio a turbulência os EUA mandaram sua delegação.
Foreman com seu psedo patriotismo
 Final dos 200 metros rasos, os estadunidenses Tommie Smith, medalha de ouro, e John Carlos, de bronze, baixaram ligeiramente a cabeça e ergueram desafiadoramente um braço com luva preta, na saudação consagrada pelos Panteras Negras, mostrando para o mundo que os EUA não eram um país assim de liberdade, como aludida no próprio hino.
 
O medalhista de prata, o australiano, Peter Norman, deixou claro seu apoio aos rivais. Recebeu a prata com um distintivo do OPHR na camiseta. Norman tivera já uma participação relevante no bastidor do protesto mudo: Carlos esquecera o par de luvas que colocaria caso subisse ao pódio. Norman, ao saber disso, sugeriu que cada um dos americanos usasse uma luva.
Tommie Smith, John Carlos e Peter Norman
A imagem dos três no pódio é uma das cenas mais extraordinárias de todas as Olimpíadas disputadas na era moderna, e com o tempo se transformaria num símbolo resistente, poderoso, tocante do movimento de afirmação dos negros americanos.

Para Smith e Carlos as consequências foram implacáveis e duradouras. De imediato, o Comitê Olímpico Internacional, COI, presidido pelo americano Avery Brundage, proibiu que os dois velocistas tivessem outras participações (ambos estavam escalados para integrar a equipe americana de revezamento) e exigiu a expulsão da dupla da Vila Olímpica. O comitê olímpico americano não acatou as determinações. Na manhã seguinte, o COI alertou que, se as exigências não fossem cumpridas, toda a equipe americana de atletismo seria barrada das competições. Desta vez, o recado foi entendido.

O Comitê Olímpico Internacional condenou severamente o gesto, sob a alegação de que esporte e política não combinam. A mídia americana criticou intensamente Smith e Carlos. A revista Time sublinhou a “raiva e a feiúra” do protesto. Correram rumores de que ambos perderiam as medalhas, o que acabou não se concretizando.

De volta aos Estados Unidos, Smith e Carlos acabaram relegados a um virtual ostracismo pelas autoridades que comandavam o atletismo americano – brancas, naturalmente.

"A América branca diz que somos americanos quando vencemos e que somos negros quando fazemos algo que julga errado." Tommie Smith.

Quanto à contaminação dos Jogos pela política, ela já acontecera há bem mais tempo, e através de outros punhos: na Berlim de 1936, todos os atletas alemães fizeram a saudação nazista e ninguém reclamou.
Jesse Owens derrubando a ideologia de supremacia branca 1936 Berlim
Menos sorte teve o australiano solidário. Norman passou a ser ignorado pelos chefes do atletismo australiano e, também, pela imprensa local. O racismo grassava também na Austrália – onde os aborígines, os nativos, eram tratados como cidadãos de segunda classe. Sua carreira entrou em colapso e, com ela, sua vida pessoal. Norman logo teria problemas com bebidas. Jamais foi perdoado na Austrália. Um dos mais repulsivos sinais disso é que ele foi ignorado pelos organizadores das Olimpíadas de Sidney de 2000 – mesmo tendo sido um dos maiores corredores da história do país.

Os movimentos radicais foram sufocados nos anos 70 pela ação do FBI e a situação foi gradativamente mudando para os negros americanos, mas não por ações diretas da luta armada. Mesmo assim ainda é um país deverás racista, onde quem não é branco é considerado “outra cor”

Com a passagem dos anos os dois foram saindo de párias para aquilo que são hoje – heróis.

Tommie Smith e John Carlos ganharam uma estátua na Universidade de San Jose, na Califórnia, em 2005, ambos  estudavam na universidade quando foram selecionados para defender os Estados Unidos na Olimpíada de 1968.

Em 2008, numa premiação da TV ESPN, ambos receberam o Arthur Ashe Courage Award, como prêmio de reconhecimento à sua coragem.